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Padrões editoriais

quarta-feira 12 de novembro de 2014, por webmaster

Para apresentação das citações no texto e referências, a revista passou a adotar a partir de 2008 o manual de publicação editado pela American Psychological Association (APA). Cf. American Psychological Association. (2001). Publication manual of the American Psychological Association (5th ed.). Washington, DC: Author.

1. Padrões utilizados ao longo do texto
a) No caso de transcrição literal (citação textual) de um texto, esta deve ser delimitada por aspas duplas, seguidas do sobrenome do autor, data e página citada. No caso de citação de trecho com 40 ou mais palavras, este devem ser apresentadas em parágrafo próprio sem aspas duplas, iniciando com a linha avançada (equivalente a cinco toques de máquina) e terminando com a margem sem recuo. Exemplos: "textotextotexto" (Stein, 2000, p. 117) ou como dizia Stein (2000, p. 117), a "coisa..."

b) Citações indiretas devem ser apresentadas pelo sobrenome do(s) autor(es) seguido(s) do ano de publicação. Exemplo: Encontramos em Stein (2000) o desenvolvimento desta questão...

c) Citações com três a cinco autores, a primeira vez em que aparecem no texto são apresentados todos os autores. Exemplos: Mahler, Pine e Bergman (1977) ou (Mahler, Pine, & Bergman, 1977). Nas citações seguintes cita-se o sobrenome do primeiro autor seguido da expressão latina "et al.". Exemplos: Mahler et al. (1977) ou (Mahler et al., 1977).

d) Citações com seis ou mais autores, cita-se o sobrenome do primeiro autor seguido da expressão latina "et al.". Na lista final de referências cita-se os sobrenomes dos seis primeiros autores e abrevia-se o sétimo autor e os subsequentes (se houver) utilizando-se a expressão latina "et al.".

e) Documentos cujo autor é uma entidade coletiva, devem ser citados pelo nome da entidade por extenso, seguido do ano de publicação. Exemplo: American Psychological Association (2001).

f) Todo título de documento citado no corpo do texto (seja livro, revista, artigo de revista, coletânea etc.) será colocado entre aspas. Exemplo: Conforme diz Reis em "Ouvir a voz do amigo...", a metafísica...

g) Palavras em outra língua sempre em itálico.

h) Expressões latinas, como id. (idem), ibid. (ibidem), passim, op. cit. (opus citatum) não são mais adotadas pela revista.

i) Não utilizar sublinhado.

j) Não utilizar negrito (a não ser nos títulos dos artigos e das seções dos mesmos).

k) Para destaques, usar itálicos.

2. Para as referências ao final do texto
As referências das obras citadas no texto devem ser apresentadas no final do artigo em ordem alfabética do último sobrenome do autor. No caso de mais de uma obra de um mesmo autor, as referências deverão ser arroladas em ordem cronológica de publicação. A lista final de referências deve ser encabeçada pelo título.

Referências. Exemplos:

a) Livros
Nunes, B. (1992). Passagem para o poético: filosofia e poesia em Heidegger. São Paulo: Ática.

Lins, M. I., & Luz, R. (1998). D. W. Winnicott: experiência clínica & experiência estética. Rio de Janeiro: Revinter.

Sallis, J. (1970). Heidegger and the path of thinking. Pittsburg: Duquesne University Press.

No caso de referências até cinco autores, todos os nomes dos autores são mencionados.

Mahler, M. S., Pine, F., & Bergman, A. (1977). O nascimento psicológico da criança. Rio de Janeiro: Zahar.

Com seis ou mais autores, indicam-se os sobrenomes dos seis primeiros autores e abrevia-se o sétimo autor e os subsequentes (se houver) usando-se a expressão latina "et al.".

b) Com responsabilidade intelectual diferente de autor
De Boni, L. A. (Org.). (1996). Festschrif em homenagem a Ernildo Stein. Petrópolis, RJ: Vozes.

Fulgencio, L. & Simanke, Richard (Eds.). (2005). Freud na filosofia brasileira. São Paulo: Escuta.

c) Com indicação da data da edição original
Heidegger, M. (2001). Seminários de Zollikon. São Paulo: Ática. (Trabalho original publicado em 1987)
No corpo do artigo: Heidegger (1987/2001)

d) Capítulo de livro
Loparic, Z. (1999). O conceito de Trieb na filosofia e na psicanálise. In J. T. A. Machado (Org.), Filosofia e psicanálise: um diálogo (pp. 97-157). Porto Alegre: EDIPCRS.

e) Obras de Freud e Winnicott

Citação dos textos de Freud: seguem as mesmas regras para citação de livros, capítulos de livros e artigos, porém, acrescentando a referência à publicação original.

Freud, S. (1977). Histeria. In S. Freud, Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (J. Salomão, trad., Vol. 1, pp. 77-102). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1888)
No corpo do artigo: Freud (1888/1977)

Freud, S. (1973). El yo y el ello. In S. Freud, Obras completas (L. Lopez-Ballesteros y De Torres, trad., 3a ed., Vol. 3, pp. 2701-2728). Madrid: Biblioteca Nueva. (Trabalho original publicado em 1923)
No corpo do artigo: Freud (1923/1973)

Citação dos textos de Winnicott: seguem as mesmas regras para citação de livros, capítulos de livros e artigos, porém acrescentando a referência à publicação original tal como classificada por Knud Huljmand, disponível no site de Natureza Humana, publicada no vol. 1, n. 2, 1999, de Natureza Humana. Para acesso a esta classificação, consulte, no menu inicial deste site, o item Bibliografia e procure por Bibliografia Completa de Winnicott. Exemplos:

Winnicott, D. W. (1994). A importância do setting no encontro com a regressão na psicanálise. In D. Winnicott (1994/1989a), Explorações psicanalíticas. Porto Alegre: Artmed. (Trabalho original publicado em 1989; respeitando-se a classificação de Huljmand, temos 1989m)
No corpo do artigo: Winnicott (1989m/1994)

Winnicott, D. W. (1975). O brincar & a realidade. Rio de Janeiro: Imago.
(Trabalho original publicado em 1971; respeitando-se a classificação de Huljmand, temos 1971a)
No corpo do artigo: Winnicott (1971a/1975)

Winnicott, D. W. (1971). Playing and reality. London: Tavistok. (Trabalho original
publicado em 1971; respeitando-se a classificação de Huljmand, temos 1971a)
No corpo do artigo: Winnicott (1971a/1971)

Winnicott, D. W. (1994). Explorações psicanalíticas. Porto Alegre: Artes Médicas.
(Trabalho original publicado em 1989; respeitando-se a classificação de Huljmand temos 1989a)
No corpo do artigo: Winnicott (1989a/1994)

f) Artigo de revista
Reis, R. R. (1999). Heidegger, a transcendência como jogo. Praxis Filosófica, 10(11), 341-353.

g) Dissertação de Mestrado e Tese
Garcia, R. M. (2004) Tendência antissocial em Winnicott. Dissertação de Mestrado, Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Clínica, Pontifícia Universidade Católica, São Paulo.

Moraes, A. A. R. E. (2005). A contribuição winnicottiana para a teoria e a clínica da depressão. Tese de Doutorado, Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Clínica, Pontifícia Universidade Católica, São Paulo.

h) Trabalho apresentado em evento
Reis, C. (1996). Ensino e pesquisa em psicologia. In Anais, VI Simpósio de Pesquisa e Intercâmbio Científico (Vol. 2, pp. 11-18). Teresópolis, RJ: Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia.

i) Documentos em meio eletrônico
Furlan, R., & Rozestraten, A. S. (2005). Arte em Merleau-Ponty. Natureza Humana: Revista de Filosofia e Psicanálise, 7(1), 59-93. Recuperado em 9 de março de 2007, do PEPSIC (Periódicos Eletrônicos em Psicologia): http://www.bvs-psi.org.br

3. Quanto às notas
As notas de rodapé devem ser evitadas sempre que possível, no entanto, quando apontadas no corpo do texto devem ser indicadas com números arábicos sequenciais, imediatamente depois da frase a que digam respeito. As notas devem ser apresentadas no rodapé da mesma página. As referências dos autores citados no texto devem ser apresentadas no final do texto não em notas no rodapé.

4. Resumos e Palavras-chave
Em todos os artigos, devem constar resumo e palavras-chave em português e em inglês (abstract e key-words), e, caso o artigo esteja em outra língua que não estas, também na língua de origem do mesmo.